O que gera mais retorno, Google ou Redes Sociais?

Faz parte do planejamento de marketing, seja ele digital ou tradicional, definir quais serão as estratégias a serem adotadas. E parte desta estratégia é definir onde anunciar.

Tanto o Google como as redes sociais, em especial o Instagram e o Facebook, podem gerar leads e, consequentemente, mais vendas e lucro.

Estas duas plataformas ajudam no crescimento do seu negócio e no aumento das suas vendas, ambas possuem diferenciais e estratégias que te beneficiam. Vamos entender um pouco de cada uma delas neste artigo.

Para auxiliar sua leitura, segue abaixo uma lista com os links dos tópicos que serão abordados:

Lembrando que não basta apenas investir nestas plataformas, você deve ter uma estratégia muito bem planejada para que sua empresa se destaque entre tantas outras empresas, e cada plataforma pede uma estratégia diferente.

Isso significa que você deve estar constantemente criando esta ideia de desejo e necessidade para o público.

Necessidades e desejos no marketing

O que gera mais retorno, Google ou Redes Sociais?

 

Mas o que é necessidade e desejo? Um dos temas mais discutidos e importantes no mundo do marketing, são os desejos e necessidades dos clientes em potencial. Este tema é bem comum quando se trabalha com o comportamento do consumidor.

Ao se trabalhar com o comportamento do consumidor, você precisa levantar alguns dados, como observar as influências de comportamento do consumidor e entender quais motivos, consciente e inconsciente, levam estas pessoas a comprarem o seu produto.

Para entendermos de necessidades e desejos e a diferença entre eles, vamos primeiro entender a hierarquia das necessidades humanas de Maslow ou mais conhecida como “pirâmide de Maslow”.

Abraham Herold Maslow foi um psicólogo que se destacou por estudar as necessidades humanas, criando esta pirâmide na qual vamos entender um pouco melhor.

Ele classifica as necessidades humanas ilustrando através de uma pirâmide, em que na base estão as necessidades mais básicas, como as necessidades fisiológicas (fome, sono, etc.). Quando sua necessidade é suprida, subimos para mais um degrau, até chegar ao topo, que é a autorrealização.

Após as necessidades fisiológicas, vêm as:

  • Necessidades de segurança;
  • Necessidades sociais;
  • Necessidades de autoestima;
  • Autorrealização (topo).

Ou seja, a necessidade humana não precisa ser criada, elas existem, pois fazem parte da condição humana.

Já o desejo é diferente, ele não existe como requisito básico do ser humano, e é aí que entra o marketing, que consiste em criar estratégias para que as pessoas reconheçam uma vontade do que o mercado está oferecendo, uma vontade que talvez esteja ali pronta para ser descoberta, ou seja, ser colocada no consciente, ou justamente criar essa vontade.

Claro, a palavra necessidade está associada ao marketing também, mas de maneira diferente. De acordo com Kotler, 2001, p.33, “as necessidades descrevem exigências humanas básicas… e as necessidades se tornam desejos quando são dirigidas a objetos específicos capazes de satisfazê-las. Desejos são moldados pela sociedade em que se vive”

Comportamento do consumidor

O que gera mais retorno, Google ou Redes Sociais?

 

Como foi falado no início, entender o comportamento do consumidor é peça chave para o planejamento de qualquer negócio.

Não basta saber gênero, idade e local em ele que mora, a compreensão é mais profunda, você tem que entender como este consumidor pensa. 

Vamos compreender melhor o que pode influenciar o comportamento destes consumidores.

1. Classe social

O ponto mais importante neste tópico é a questão da diferença de preço. Entendendo a classe social, você entende qual a melhor abordagem para convencê-lo de que sua oferta é para este público.

Sabendo da classe social do seu público, a abordagem também é diferente, por exemplo, se o seu público tem um poder aquisitivo maior, você pode utilizar ofertas com gatilhos mentais associados a produtos exclusivos, se o público tiver um poder aquisitivo menor, você pode utilizar apelos relacionados à promoções, descontos, etc.

2. Personalidade

A personalidade conta muito e cada pessoa é um universo diferente, nossa personalidade influencia em todas as nossas escolhas e não seria diferente como consumidor.

O Social Style foi desenvolvido justamente para isso, no qual foram classificados 4 tipos sociais padronizados de pessoas, que são:

  • Amáveis: é aquele cliente que busca criar um laço de confiança com você e depois ele vai se preocupar com o produto. São clientes que preferem testar antes, pois são cautelosos, ou seja, não são levados pelo impulso.

Como conquistar estes clientes: crie uma relação pessoal com eles.

  • Expressivas: este tipo de cliente é bem comunicativo, são carismáticos também e, com isso, são persuasivos, ou seja, o reconhecimento é importante para conquistá-los.

Como conquistar estes clientes: mantenha estas pessoas interessadas a todo momento.

  • Condutoras: é aquele cliente mais controlador, também é inteligente, porém, toma decisões mais rápidas. São clientes que buscam informações relevantes e por serem assim, são também impacientes e ansiosos.

Como conquistar estes clientes: seja rápido e eficiente.

  • Analíticas: é um cliente mais sério, racional e mais controlado que os outros. São pessoas atentas aos detalhes.

Como conquistar estes clientes: ofereça dados para estas pessoas.

3. Estilo de vida

O estilo de vida também define o comportamento do consumidor, pois vai influenciar em como estas pessoas olham os serviços e os produtos.

Por exemplo, existem pessoas que estão dispostas a pagar mais caro em determinados tipos de produtos, outras pessoas levam um estilo de vida mais minimalista e por aí vai.

4. Cultura

A cultura vai envolver vários determinantes, como os conhecimentos, os comportamentos, além das suas ideias.

Esse fator é muito relevante, pois por exemplo, um padrão de consumo do Sul é diferente do Norte do Brasil.

5. Pessoas como influência

As pessoas próximas são umas das mais influentes ao nosso redor, pois são pessoas que respeitamos (familiares e amigos), logo a opinião delas são mais valorizadas do que de desconhecidos.

Outras pessoas importantes são os influencers, por isso, cada vez mais estas pessoas estão ganhando através de patrocínio das empresas, pois estes influencers são pessoas formadoras de opinião, mantém um relacionamento bem próximo ao público e possuem centenas de seguidores.

6. Crenças

Neste momento entram as crenças e valores dos consumidores, ou seja, as campanhas de marketing não ajudam muito aqui se você oferece algo que vai contra determinado grupo de pessoas.

Vamos a um exemplo, pense em uma pessoa que tem como filosofia de vida o veganismo, ela não vai comprar determinados produtos, como testados em animais por exemplo, mesmo que você venda por 80% de desconto.

7. Estágio de vida

É outro ponto importante, pois todos nós temos fases, e conforme vamos envelhecendo, vamos mudando a nossa forma de pensar e nossas ações.

Um exemplo é a nova trend que é a ‘rincha’ entre a geração Z e os millenials, onde a geração Z fala que os gostos e atitudes dos millennials são “cringe” (uma expressão para vergonha).

A geração Y, ou millenials, nasceu entre 1980 e 1995, e tem como característica gostar de: Friends, Harry Potter, café, calça skiny, etc.

Já a expressão cringe, é um termo que a geração Z passou a listar como os micos dos Millennials, ou seja, uma calça skiny já não seria comercializada para estas pessoas (geração Z), que nasceram entre 1996 e 2010, além da forma de entretenimento ser diferente para eles, que preferem K-pop ao invés de séries renomadas dos anos 90/2000.

Após entendermos a fundo como o marketing trabalha com as necessidades e desejos através do comportamento do consumidor, é hora de entender um pouco as plataformas, como cada uma funciona.

Anúncios no Google ou Instagram/Facebook?

O que gera mais retorno, Google ou Redes Sociais?

 

Agora que entendemos melhor sobre o comportamento do consumidor, além de compreender como funciona a questão de necessidade e desejo para as pessoas, podemos seguir e entender de forma mais clara a questão da plataforma que você vai escolher, tanto para os seus anúncios como para focar nos seus conteúdos.

O que costumamos dizer é que um complementa o outro, pois o seu público pode estar tanto no Instagram/Facebook, como em outras redes sociais, porém, é válido afirmar que mesmo você tendo um nicho, por exemplo “mulheres de 45 anos”, vão ter lugares específicos que estas mulheres mais frequentam virtualmente.

Claro, dependendo do seu nicho, do seu público-alvo, você vai ter uma noção de qual rede social eles costumam usar mais, como falado acima.

Mas caso você não saiba, existem alguns dados demográficos, caso você esteja começando e não tenha um público formado, que possa te ajudar.

De acordo com uma pesquisa feita pelo Hootsuit, em 2019 o Facebook possuiu cerca de 2 bilhões de pessoas cadastradas, a maior porcentagem fica com pessoas entre 25 e 34 anos de idade, com 32%. Já o Instagram conta com a maior porcentagem (32%) com usuários entre 18 e 24 anos.

Então, se você vende produtos e/ou serviços para adolescentes, a melhor estratégia seria comentar mais recursos para o Instagram.

Inclusive, você sabe qual a importância de investir em mídia paga e como fazer isso no Instagram? Temos um artigo perfeito para você

Clique para ler: Como criar anúncios no Instagram e vender para as pessoas certas

Quais são as principais vantagens para investir no Instagram e Facebook

O retorno através do Instagram e Facebook é positivo, já que você pode atingir um público bem maior, existem detalhes na qual você pode definir para o seu anúncio, como por exemplo:

  • Sexo;
  • Interesses;
  • Faixa etária;
  • Localização.

O Instagram tem como ponto positivo em relação ao retorno, fortalecer a sua marca.

O mesmo vale para o Facebook!

Além disso, você tem opções de métricas nas próprias redes, e você pode ter os seguintes dados:

  • Curtidas;
  • Compartilhamentos;
  • Melhor horário para postar;
  • Visitas em seu perfil;
  • Visualizações de vídeos.

A vantagem é que você pode atrair clientes em potencial que estão no nível inicial da jornada do comprador, ou seja, o anúncio está ali, mesmo que a pessoa não demonstre um interesse maior pelo produto/serviço/assunto.

A segmentação no Facebook é melhor do que no Google, pois você consegue atrair o público perfeito para o seu negócio, já no Google Ads, várias pessoas estão procurando por temas relacionados ao que você oferece e, com isso, é mais difícil separar esta prévia.

Quais são as principais vantagens para investir no Google Ads?

O Google Ads vai exibir anúncios de acordo com as pesquisas, certo, o mais legal é que o Google também mostra resultados do Google Play, Youtube e Gmail.

É por este motivo que, antes de sair anunciando, você deve observar qual o número de buscas pelo termo que você deseja utilizar, o Google também te ajuda, sugerindo termos mais buscados.

O Google oferece opções de segmentação, sendo elas:

  • Afinidades;
  • Remarketing;
  • Públicos-alvo semelhantes;
  • Informações demográficas;
  • Tópicos;
  • Canal;
  • Palavras-chave de conteúdo.

Outro ponto interessante é que existe a opção de você pagar o anúncio apenas quando ele é clicado e você também pode estabelecer um preço fixo mensal, não ultrapassando o valor definido.

Ambas as plataformas oferecem vantagens e desvantagens e por serem plataformas diferentes, no Google Ads você investe em sites, YouTube e Gmail, já o Facebook é uma plataforma de relacionamento social, na qual você também integra o Instagram.

Quando falamos de retorno, os dois são essenciais para o seu negócio, justamente por serem e oferecerem serviços diferentes. 

Sua estratégia deve incluir os dois, mas lembre-se, é através de muitas análises e pesquisas sobre o seu público, não basta pegar 1000 reais e investir 500 no Google e 500 no Facebook e Instagram, pois não é somente isso.

Lembre-se de que, se você não tem presença online, você está perdendo dinheiro e tendo pouco retorno perto do retorno que as redes sociais podem lhe garantir.

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Até a próxima!

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